17/09/2026

Ucrânia diz ter abatido míssil que a Rússia considerava “extremamente difícil” de interceptar.

A afirmação da Ucrânia de que uma bateria de defesa Patriot, fornecida pelos Estados Unidos, destruiu um dos mísseis balísticos mais modernos da Rússia é um momento notável no conflito, que está em seu 15º mês.

O presidente russo, Vladimir Putin, e os militares russos elogiaram o Kinzhal, ou Kh-47, como um exemplo do arsenal de mísseis modernizado da Rússia, alegando que sua velocidade hipersônica o torna extremamente difícil de interceptar.

O Kh-47 tem um alcance de cerca de 2.000 quilômetros, portanto, pode ser disparado longe do campo de batalha.

Ele viaja a cerca de 10 vezes a velocidade do som e é derivado do míssil balístico Iskander, de alcance mais curto, que é lançado do solo. Ele carrega uma ogiva de quase 500 quilos.

A inteligência ucraniana acredita que a Rússia tem apenas algumas dezenas de mísseis Kinzhal em seu arsenal – uma afirmação que não pôde ser verificada de forma independente.

Vários mísseis Kinzhal foram lançados contra alvos ucranianos em março, mas não está claro que dano eles causaram ou se todos atingiram seus alvos.

Em abril, o Ministério da Defesa da Ucrânia disse que os sistemas Patriot haviam chegado dos EUA, Alemanha e Holanda.

Se um desses sistemas já destruiu um Kh-47, como dizem os ucranianos, isso põe em questão as capacidades de uma das novas gerações de armas da Rússia.

A Rússia fez reivindicações ambiciosas para vários de seus sistemas militares mais recentes, mas sua proeza não foi comprovada.
CNN Brasil

O Diário Caiçara é produzido por uma equipe capacitada que apura, publica e reproduz diariamente, dezenas de notícias sobre o Litoral Norte Paulista e outros conteúdos de relevância. Seguimos um rígido padrão editorial, com verificação cuidadosa de informações e compromisso permanente com a verdade. Nosso trabalho é pautado pela transparência, responsabilidade e pelo jornalismo sério que garante a credibilidade de tudo o que entregamos ao leitor. Diário Caiçara: em defesa do jornalismo profissional.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima