A taxa de desemprego caiu para 8,9% no trimestre de junho a agosto. Recuou 0,9 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, de março, abril e maio. O índice chegou ao menor nível desde agosto de 2015, quando registrou o mesmo percentual. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o resultado nesta 6ª feira (30/9).
Segundo a pesquisa, havia 9,7 milhões de pessoas que procuravam trabalho no trimestre. Esse número é o menor desde dezembro de 2015. Caiu 8,8% em relação ao trimestre anterior, ou 937 mil pessoas a menos.
Em comparação com 1 ano atrás, recuou 30,1%, ou 4,2 milhões de brasileiros a menos. É considerado subutilizado quem está desempregado, trabalha menos do que poderia ou não procurou emprego mesmo estando disponível para trabalhar.
A taxa de subutilização caiu para 20,5% no trimestre encerrado em agosto deste ano, o menor nível para o período desde maio de 2016. A queda foi de 1,3 ponto percentual em relação ao trimestre de março a maio de 2022. Em um ano, o recuo foi de 6,6 pontos percentuais.
O número de pessoas subutilizadas chegou a 23,9 milhões no último resultado. Diminuiu 5,8% (menos 1,5 milhão) frente ao trimestre anterior –de março a maio. Também caiu em comparação com o trimestre encerrado em agosto de 2021 (-23,6%, ou menos 7,4 milhões de pessoas).
A população ocupada foi recorde para a série histórica, iniciada em 2012. Foram 99 milhões de pessoas no trimestre encerrado em agosto. Subiu 1,5% (mais 1,5 milhões) ante o trimestre anterior e 7,9% (mais 7,3 milhões de pessoas) em um ano.
O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado foi de 36 milhões. Registrou alta de 1,1% em relação ao trimestre de março a maio, o que são 398 mil pessoas. Subiu 9,4% contra o mesmo período 2021, o que são 3,1 milhões de pessoas a mais.
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