O Kremlin anunciou nesta segunda-feira (1°/8) que vai barrar a entrada no país de 39 jornalistas, políticos e servidores britânicos, acusados de apoiar um movimento de “demonização” da Rússia.
A sanção expande uma lista que já contava com mais de 200 nomes e incluía a maior parte dos líderes políticos do Reino Unido. Dentre os novos proibidos estão Keir Starmer, atual líder do Partido Trabalhista, o ex-premiê conservador David Cameron e os jornalistas Piers Morgan, Robert Peston e Huw Edwards.
Os russos têm recorrido ao banimento como forma de rebater sanções impostas pelo Ocidente em decorrência da Guerra da Ucrânia. A resposta é sobretudo simbólica, porque são pouco prováveis as viagens a Moscou da maioria dos vetados, em meio ao profundo desgaste das relações diplomáticas dos dois países.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que continuará expandindo a lista, dado o “impulso destrutivo de Londres para girar o volante das sanções”.
Folhapress





