Roberto Carmona, um dos mais importantes nomes do jornalismo esportivo brasileiro, morreu neste domingo (4/9) aos 86 anos.
De acordo com informações de familiares dele, Carmona havia sido internado para realizar uma cirurgia na coluna e não resistiu a complicações. O jornalista deixa quatro filhos e oito netos.
Nascido em Presidente Bernardes, no interior de São Paulo, Carmona se mudou para o Paraná na infância e chegou a São Paulo no início dos anos 1960, quando começou a trabalhar na Rádio Record.
O jornalista, com mais de seis décadas de carreira, passou por veículos como Globo, Jovem Pan, Gazeta e Bandeirantes. Nos últimos anos, trabalhava na Transamérica FM.
Em nota, a rádio paulista destacou a voz e o legado dele. “Morre a voz marcante da Transamérica, Roberto Carmona, uma lenda do jornalismo esportivo e da história do rádio”.
A morte do jornalista também foi lamentada por colegas de profissão. Milton Neves, apresentador da Bandeirantes e colunista do UOL, homenageou o jornalista: “Grande Carmona, exemplo de longevidade, determinação, dedicação e educação”. O narrador Silvio Luiz escreveu que “o domingo acabou com a morte do colega Roberto Carmona”.
Folhapress





