A Meta, empresa proprietária das redes sociais Facebook e Instagram, vai cortar mais 10 mil postos de trabalho, após uma primeira onda de 11 mil demissões no início de novembro — anunciou o CEO do grupo, Mark Zuckerberg, nesta terça-feira (14/3).
A gigante tecnológica com sede em Menlo Park, na Califórnia, também eliminará de seu organograma 5.000 postos atualmente vagos, para os quais não haverá contratação, acrescentou Zuckerberg, em um comunicado.
A lista de demitidos será divulgada no final de abril e o plano de reestruturação será executado até o final do ano. Com estas duas ondas de demissão, a Meta terá reduzido sua equipe em 24%. Esta é uma virada na política da empresa, já que nos seus quase 20 anos de existência o grupo não havia lançado nenhum plano de demissão.
Para Zuckerberg, a decisão é justificada pela necessidade de “tornar a (Meta) uma empresa de tecnologia melhor” e “melhorar os resultados financeiros em um ambiente difícil, para conseguir realizar nossa visão de longo prazo”.
O cofundador do Facebook e líder visível da rede social alertou em fevereiro que 2023 deve ser “o ano da eficiência” para a Meta.
Com Agências





