
O presidente francês Emmanuel Macron declarou nesta terça-feira (24/10) que França e Israel compartilham o terrorismo como “inimigo comum”. Macron está no país do Oriente Médio, onde se encontrou com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, e com o presidente do país, Isaac Herzog.
A Herzog, Macron afirmou que a França não deixaria Israel isolada em sua luta contra militantes islâmicos, mas alertou sobre os riscos de um conflito regional.
O presidente francês propôs que uma coalizão internacional contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria seja ampliada para incluir também a luta contra o Hamas em Gaza.
“A França está pronta para que a coalizão internacional contra o Estado Islâmico, da qual participamos em operações no Iraque e na Síria, lute também contra o Hamas”, disse Macron a repórteres, ao lado de Netanyahu, em Jerusalém.
- Guerra
Bombardeios de Israel em Gaza mataram mais de 140 pessoas durante a noite, diz Hamas
Pelo menos 140 pessoas morreram em bombardeios israelenses na Faixa de Gaza durante a noite, afirmou nesta terça-feira (24) o grupo terrorista Hamas, que controla o território palestino.
A guerra já deixou mais de 5.000 mortos em Gaza desde 7 de outubro, quando um ataque do Hamas matou 1.400 pessoas em Israel.
E mais…
ONU perde seis funcionários em Gaza em 24 horas
A UNRWA, agência de refugiados palestinos da ONU, perdeu seis funcionários baseados na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas, anunciou na noite desta segunda-feira (23) o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha, na sigla em inglês).
Com isso, sobe para 35 o número de funcionários da entidade mortos desde 7 de outubro, quando estourou a guerra entre Israel e Hamas.
“Faltam-nos palavras”, expressou a agência na rede social X (antigo Twitter).
“Rendemos homenagem aos nossos 35 colegas que foram assassinados em Gaza desde o dia 7 de outubro. Choramos e recordamos. Eles não são apenas números. São nossos amigos e colegas. Muitos eram educadores em nossas escolas. A UNRWA lamenta essa enorme perda”, acrescentou.
Reuters com AFP





