Jornalistas que aderiram à greve do jornal norte-americano The New York Times se reúnem na frente da sede do jornal em Nova York, nos Estados Unidos, nesta 5ª feira (8/12).
A manifestação começou às 13h no horário local (15h no horário de Brasília). Entre as reivindicações, está um salário anual mínimo de US$ 65.000 (R$ 339 mil na cotação atual).
A paralisação foi convocada pelo The New York Times Guild, sindicato que reúne 1.300 trabalhadores do jornal. A lei dos EUA permite que os funcionários de uma só empresa tenham seu próprio sindicado –são as chamadas “unions”.
Antes do início da manifestação, a associação publicou em seu perfil no Twitter relatos de funcionários e disse que as mudanças não seriam gastos, seriam investimentos. “Este contrato é mais do que um investimento em nós. Este é um investimento no futuro da ‘New York Times’. Este é um investimento no público que todos servimos”, diz o sindicato.
O sindicato afirmou na 4ª feira (7) que a paralisação foi convocada “devido à falha da empresa em negociar de boa-fé, chegar a um acordo contratual justo com os trabalhadores e atender às suas demandas”.
Segundo a organização, a administração do jornal “não concordou em questões centrais” e parou de negociar com os representantes do sindicato.
Leia as reivindicações: salário anual mínimo de US$ 65.000; financiamento do plano de saúde; revisão da política de retorno ao trabalho presencial; revisão do sistema de classificação de desempenho de funcionários.
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