Após mais de dois meses da invasão russa, o conflito se mantém sem sinal de um fim próximo. Os ucranianos planejam um resistência até meados de junho, quando poderiam contratacar. O plano tem como base a previsão de um aumento no poderio armamentista.
Se, no início da guerra, o que os Estados Unidos ofereceram foi uma rota de fuga para Volodimir Zelenski deixar o país, a realidade hoje é outra. O presidente dos EUA, Joe Biden, abriu os cofres com um auxílio bilionário aos ucranianos, que somam apoios.
O democrata conseguiu do Congresso americano autorização para enviar até US$ 20 bilhões (R$ 100 bilhões) em ajuda militar;
Os ucranianos disseram ter recebido mais de US$ 12 bilhões (R$ 60 bilhões) até agora de aliados em armas e ajuda financeira;
Outros € 6 bilhões (R$ 31,5 bilhões) foram arrecadados nesta quinta, em conferência em Varsóvia.
Além de armas e dólares, os EUA têm oferecido auxílio em inteligência, segundo o New York Times. Reportagem do jornal diz que o exército americano repassou informações que permitiram que os ucranianos atacassem e matassem muitos generais russos.
“Nossos militares estão bem cientes de que os EUA, Reino Unido e a Otan como um todo estão constantemente transmitindo inteligência e outros parâmetros às Forças Armadas ucranianas”, afirmou Dmitri Peskov, porta-voz do Kremlin.
Com os dois inimigos armados e sem sinais de abertura de diálogo, o conflito acumula fracassos na diplomacia.
Folhapress





