O caixão com o corpo da rainha Elizabeth 2ª chega a Londres nesta terça-feira (13/9), dando início a uma das maiores operações de segurança da história da capital inglesa. Milhões de pessoas são esperadas na cidade até o dia 19, quando, enfim, a soberana será enterrada no Castelo de Windsor.
A Polícia Metropolitana garantiu o que chama de um “plano muito bem ensaiado para a capital”, cuja preparação começou a ser feita anos atrás. A previsão é ter cerca de 10 mil policiais nas ruas todos os dias, número parecido com o das Olimpíadas de 2012 —o evento anual com maior policiamento na capital é o Carnaval de Notting Hill, com 6.000 agentes por dia.
As forças de segurança serão responsáveis por prevenir crimes, gerenciar multidões e organizar o fechamento de ruas, com apoio do Exército.
O caixão com o corpo da rainha Elizabeth 2ª chega a Londres nesta terça-feira (13), dando início a uma das maiores operações de segurança da história da capital inglesa. Milhões de pessoas são esperadas na cidade até o dia 19, quando, enfim, a soberana será enterrada no Castelo de Windsor.
A Polícia Metropolitana garantiu o que chama de um “plano muito bem ensaiado para a capital”, cuja preparação começou a ser feita anos atrás. A previsão é ter cerca de 10 mil policiais nas ruas todos os dias, número parecido com o das Olimpíadas de 2012 —o evento anual com maior policiamento na capital é o Carnaval de Notting Hill, com 6.000 agentes por dia.
As forças de segurança serão responsáveis por prevenir crimes, gerenciar multidões e organizar o fechamento de ruas, com apoio do Exército.
Passageiros dos principais aeroportos, como o de Heathrow, também devem ter dificuldades relacionadas ao esquema de segurança montado para a chegada dos chefes de Estado. Ainda não há lista oficial, mas Jair Bolsonaro (Brasil), Joe Biden (EUA) e Jacinda Ardern (Nova Zelândia) anunciaram presença; até o rei emérito da Espanha, Juan Carlos, deve furar o exílio para ir ao funeral.
Um dos primeiros atos de Charles 3º como novo rei foi declarar o dia 19 feriado nacional. Escolas, lojas e empresas vão fechar, o que deve aliviar um pouco o trânsito. Além disso, a família real criou um livro de condolências virtual.
Folhapress





