
CEO e dono do iFood, a maior plataforma de entregas da América Latina, Fabrício Bloisi (foto) realizou uma das maiores campanhas publicitárias do carnaval em Salvador, sua cidade natal, São Paulo e Rio de Janeiro. A cada trecho do circuito Barra-Ondina, a musas Ivete Sangalo e Daniela Mercury diziam aos foliões que o iFood é brasileiro. A empresa foi até tema de um dos hits do trio elétrico de Bell Marques com letra do publicitário Nizan Guanaes e música de Carlinhos Brown. A marca foi exibida em trios elétricos, prédios, viseiras, outdoors, uma exposição que Bloisi agora quer aproveitar para dar o próximo passo.
Além dos patrocínios, que usa para reforçar a brasilidade do grupo, ele investe milhões por ano para que todos os 320 mil entregadores da plataforma tenham, ao menos, ensino básico.
Até música do iFood Bell Marques cantou no carnaval de Salvador para reforçar que o grupo é brasileiro. Por que veicular essa mensagem neste momento?
Todo mundo acha que o iFood é estrangeiro, e não é. De fato, a gente incluiu muito isso no carnaval, mas a grande campanha é ser chamado de BBB, uma brincadeira com o patrocínio nosso ao Big Brother Brasil, por ser uma empresa brasileira, boa e barata. Passamos a comunicar essa mensagem como estratégia para o próximo passo.
Que é…
Acho que, entre cinco e dez anos, ninguém vai mais cozinhar em casa. O desafio é fazer o iFood cada vez mais popular não só nas classes mais altas, mas, sobretudo, nas mais baixas. É incluir restaurantes com comida boa e barata para que, na ponta do lápis, compense [do ponto de vista do custo] fazer o pedido em vez de ir para o fogão.
Folhapress





