18/09/2026

Ubatuba: Exército chega à comunidade que teve ponte destruída pela chuva para construir travessia temporária


Equipes do Exército Brasileiro chegaram, na manhã deste sábado (9/3), ao bairro que ficou isolado após a queda de uma ponte, na comunidade Folha Seca, em Ubatuba. Os militares devem construir uma travessia temporária.

Destruída pela correnteza do rio após as fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias, a ponte era o único acesso dos moradores do bairro à região central da cidade. Segundo a prefeitura, de 800 a 1 mil moradores da comunidade estão isolados.

De acordo com informações da Defesa Civil e do Exército, os militares vão atuar na construção de uma passagem temporária no Rio Escuro, onde ficava a ponte que foi levada pela força da água e deixou a comunidade isolada.

A operação será liderada pelo Comando Militar do Sudeste (CMSE), a pedido do Governo de São Paulo. O CMSE informou que vai atuar na região com militares e materiais especializados de engenharia para reestabelecer o acesso das pessoas afetadas.

Uma passadeira para pedestres será colocada a partir deste sábado (9), no mesmo local em que ficava a ponte. Não há previsão de quando essa passagem será concluída, mas a ideia é que ela fique instalada até que a Defesa Civil de SP projete e construa uma nova ponte definitiva.

Além disso, o CMSE também vai apoiar a comunidade com embarcações leves a motor, como botes, no ponto da travessia. Nesta sexta, o Corpo de Bombeiros usou botes para entregar água potável aos moradores.

Ponte destruída

Único acesso do bairro Folha Seca à região central de Ubatuba, a ponte do Rio Escuro foi levada pela força da água na quinta-feira (7), após as chuvas fortes na cidade. Um vídeo registrou o momento em que a passagem é destruída pela correnteza do rio. Com isso, os moradores da comunidade estão isolados nesta sexta-feira (8).

De acordo com a Prefeitura de Ubatuba, de 800 a mil pessoas moram no bairro, que agora não tem outro acesso para o Centro do município e para as rodovias que cortam a região. Assim, muitos moradores não conseguem sair da comunidade.

Segundo a apuração da Rede Vanguarda, há também casos de pessoas que saíram para trabalhar na quinta-feira e, quando voltaram, a ponte já havia sido levada.
g1

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