
(Da Redação) A Vigilância em Saúde de Ubatuba promoveu uma reunião com diferentes órgãos do município para definir medidas de apoio e o fluxo de atendimento para casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade. A cidade contabiliza dois focos da doença em aves marinhas da espécie trinta-réis-real e trinta-réis-de-bando.
Participaram do encontro representantes da Polícia Ambiental, Instituto Argonauta, Vigilância Epidemiológica, Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e Secretaria Municipal de Pesca e Agricultura. Durante a conversa, o grupo estabeleceu a necessidade de criação de um espaço transitório emergencial para o primeiro atendimento de animais com suspeita de Influenza Aviária. Outras medidas debatidas foram a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a divulgação de ações preventivas para a população.
De acordo com o protocolo do Ministério da Agricultura e Pecuária, o exame laboratorial para confirmação de focos da Influenza Aviária é necessário a cada nova espécie de ave suspeita no município, mas quando os sintomas da doença são identificados em grupos da mesma espécie e na mesma cidade, a confirmação se dá por critério clínico epidemiológico, sem a necessidade de novos exames.
Para a população, a recomendação é evitar o contato com aves doentes ou mortas e acionar imediatamente os órgãos competentes para o devido registro e suporte. A pessoa que encontrar uma ave com indícios de desconforto respiratório, diarreia ou confusão neurológica deve seguir as devidas orientações: ao encontrar uma ave debilitada ou morta, não se aproxime; em caso de aves marinhas ligue para o Instituto Argonauta no telefone (12) 99785-3615 ou 0800 642 3341. Para aves silvestres ou sinantrópicas, acione o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Ubatuba pelo contato (12) 3832-6810; faça uma observação distante e fotografe ou filme o comportamento do animal, mas sem se aproximar da ave; busque isolar a área e impedir o acesso de pessoas e outros animais. Aguarde a chegada da equipe técnica.





