O Ibovespa emplacou a sétima alta seguida nesta sexta-feira (12/5), influenciado pela alta dos papéis da Petrobras e com dados da inflação no radar dos investidores.
O principal indicador da bolsa brasileira encerrou a sessão com alta de 0,19%, aos 108.463 pontos. A sequência de resultados positivos faz o Ibovespa subir 3,15% na semana.
No caminho oposto, o dólar voltou a fechar em baixa, impactado pela expectativa que os preços deverão permanecer pressionados, o que tende a dar mais fôlego para a taxa de juros no atual patamar de 13,75% ao ano.
A moeda norte-americana fechou o dia com queda de 0,29%, negociada a R$ 4,92 na venda. Após fechar quatro dias seguidos em queda, o dólar acumula retração de 0,43% na semana.
A agenda macroeconômica foi pautada pela desaceleração de 0,61% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em abril, abaixo da alta de 071% no mês anterior.
No acumulado de 12 meses, o indicador oficial da inflação brasileira acumula alta de 4,18%.
Apesar de mostrar a perda de força, a variação de preços ficou acima da expectativa dos investidores. Segundo projeção da Reuters, o mercado projetava avanço de 0,54% na base mensal, e 4,10% em um ano.
O noticiário corporativo ficou marcado pelo pedido de recuperação judicial da Ligth (LITG3), citando dívidas de R$ 11 bilhões. Em fato relevante, a companhia elétrica afirmou que os desafios de sua situação econômico-financeira se agravaram apesar de seus esforços recentes para equacioná-la.
A medida levou ao derretimento dos papéis da empresa, que encerraram o dia com perda de 17,2%.
CNN Brasil





