Um grupo de turistas aguardava, na manhã desta terça-feira, 21/2, pela sua vez de embarcar em um helicóptero que o levaria embora de São Sebastião, cidade do litoral norte paulista que foi atingida pelas fortes chuvas no último sábado, 18, e domingo, 19.
Por causa da movimentação, um dos únicos helipontos da região, que pertence ao empresário Abilio Diniz e foi liberado para uso após a tragédia, teve momentos de “congestionamento” de aeronaves que aguardavam no ar até a liberação para pousar no local. Enquanto isso, entre malas e animais de estimação, crianças, adultos e idosos seguiam na “fila” de embarque.
Conforme apurou a reportagem, a maior parte dos voos eram particulares, contratados por turistas “endinheirados” que tentam deixar a cidade depois do desastre natural. Em uma empresa de táxi aéreo que oferece o serviço de voo entre São Sebastião e a capital paulista é possível contratar uma aeronave a partir de R$ 10 mil, podendo chegar a R$ 30 mil, dependendo do número de passageiros e do tamanho do veículo.
Apesar do aumento no tráfego aéreo, os helicópteros não ficavam mais de 10 minutos parados no heliponto. Com a demanda em alta, aeronaves pousavam, deixavam doações e logo partiam com os turistas.
Estadão





