Anunciantes pagaram até US$ 7 milhões (R$ 37 milhões) por 30 segundos de tempo na televisão durante o Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano dos Estados Unidos, e plataformas de criptomoedas aderem ao desfile habitual de empresas de cerveja e de carros enviando mensagens às residências americanas.
O ataque de marketing durante a final do campeonato de futebol dos Estados Unidos apresentará pela primeira vez comerciais da Crypto.com, Coinbase e FTX, dando-lhes a oportunidade de promover os criptonegócios entre a considerável porcentagem da população americana que deverá sintonizar a partida.
Mais de 30 anunciantes com comerciais neste Super Bowl —cerca de dois em cada cinco— não participaram no ano passado.
Entre os novatos está a Bolsa de criptomoedas FTX. Seu presidente nos EUA, Brett Harrison, disse que os anúncios fazem parte da estratégia da companhia de tornar as moedas digitais “universalmente interessantes”.
Os entusiastas do cripto “representam apenas uma pequena parcela demográfica comparada com a base total de usuários potenciais”, segundo ele. Os planos da FTX incluem não apenas um comercial de um minuto, como também a distribuição gratuita de criptomoedas coincidindo com o comercial.
Os slots no Super Bowl estão entre os exemplos mais agressivos até hoje do crescente poder de marketing do setor, e ameaçam intensificar os pedidos de regulamentação mais firme sobre como as plataformas normalizam esse comércio entre os usuários no dia a dia.
A Crypto.com adquiriu os direitos de nome a outro estádio em Los Angeles e veiculou anúncios durante a temporada da Liga Nacional de Futebol que apresentam Matt Damon proclamando que “a fortuna favorece os corajosos”. Fonte: Financial Times





