Após a controversa decisão do Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) de reduzir as taxas máximas de juros dos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o governo deve elevar as taxas para um “meio-termo” entre os percentuais praticados anteriormente e os valores definidos pelo CNPS na semana passada.
O teto dos juros passou de 2,14% para 1,7% ao mês, no caso do empréstimo consignado convencional. Nas operações com cartão de crédito consignado, o limite máximo caiu dos atuais 3,06% para 2,62%. A mudança, articulada pelo ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT), foi aprovada com 12 votos favoráveis e três contrários.
Após a decisão do CNPS, bancos e instituições financeiras, como Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Pagbank, Daycoval e Pan, anunciaram a suspensão das linhas de crédito consignado para aposentados do INSS.
Em reunião realizada no Palácio do Planalto na segunda-feira (20/3), ficou decidido que o governo deve adotar um “meio-termo”, que poderia ficar entre 1,9% e 2% ao mês, mas o martelo ainda não foi batido sobre o percentual exato.
Em reunião realizada no Palácio do Planalto na segunda-feira (20/3), ficou decidido que o governo deve adotar um “meio-termo”, que poderia ficar entre 1,9% e 2% ao mês, mas o martelo ainda não foi batido sobre o percentual exato.
Atualmente, cerca de 89% do consignado de aposentados do INSS é concedido por bancos privados. Caixa e Banco do Brasil representam 11% dos empréstimos.
Metrópoles





