Considerada uma tendência mundial, a política de inclusão e diversidade chega cada vez mais as mega empresas do Brasil.
Os grandes empresários e CEOs de vários setores do mercado, começaram a enxergar com outros olhos os grupos “sub-representados” nas comunidades.
Isso não é à toa. O mercado dos chamados internamente e secretamente até, de “excluídos e diversos”, quando somados todos os grupos ditos “normais” pela sociedade, tem um faturamento que quase triplica o rendimento de uma empresa.
Um exemplo prático e didático: enquanto o grupo “normais”, consome US$ 1 bilhão, os grupos “excluídos e diversos” consomem juntos, US$ 3 bilhões.
A explicação chega a ser psicológica: considerados a margem da sociedade, esses grupos procuram refúgio no consumo.
Pensando nisso, a Globo lançou nesta quinta-feira (14/7) seu pacote de diretrizes de sustentabilidade, inclusão e diversidade.
Chamada de Jornada ESG (sigla em inglês para as práticas ambientais, sociais e de governança), a iniciativa abrange a divulgação do primeiro relatório de sustentabilidade da empresa nos padrões GRI (Global Reporting Iniciative) sobre as ações da TV, dos canais por assinatura, do Globoplay e dos produtos digitais da empresa.
Também nesta quinta, Paulo Marinho, diretor-presidente da Globo, e Manuel Belmar, diretor de finanças, anunciaram a adesão da companhia ao Pacto Global da ONU Brasil.
O trabalho é dividido em seis compromissos alinhados aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU que formam a Agenda ESG 2030 da Globo, segundo Belmar.
Além de temas como governança e apoio à educação, a empresa destaca o compromisso com a produção de conteúdos que contribuam com o desenvolvimento social e ambiental, promoção de diversidade e inclusão nos conteúdos e nas equipes.
“Esse trabalho começou em 2021 e fala muito, além da história da Globo, com os nossos valores e missão. É quando a gente fala de oferecer conteúdo e experiências de qualidade que contribuam com a educação e a sociedade brasileira”, diz Marinho.
Folhapress





