(Da Redação) Ubatuba mais uma vez teve destaque como a Capital do Surfe. No último final de semana, de 25 a 28 de agosto, a praia de Itamambuca foi sede do Circuito Banco do Brasil de Surfe, da terceira e decisiva etapa da classe Qualifying Series da WSL (World Surf League – Liga Mundial de Surfe).
Dias de sol, ações de conscientização ambiental, plantio de mais de 400 mudas nativas e diversas atividades esportivas e de entretenimento na areia marcaram o clima do campeonato da WSL, que há mais de 11 anos não era realizado em Ubatuba.
A disputa reuniu cerca de 100 atletas do Brasil e de países vizinhos, sendo 30 ubatubenses e teve como objetivo principal descobrir novos talentos brasileiros do surfe.
Entre os representantes de Ubatuba, o grande destaque foi o atleta Gabriel Klaussner, de apenas 17 anos de idade, que levou o título de campeão do Circuito computando os resultados das três etapas da disputa (etapas de Garopaba – SC, Salvador – BA e Ubatuba – SP), junto com a experiente Silvana Lima. Como prêmio, os atletas ganharam convites para participar do único Challenger Series na América Latina neste ano, o Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil, que será realizado de 1º a 8 de novembro em Saquarema.
A pentacampeã brasileira de surfe profissional e duas vezes vice-campeã mundial, Silvana Lima, além da conquista do título do Circuito Banco do Brasil de Surfe também venceu as duas últimas etapas – em Salvador (BA) e a no último domingo na praia de Itamambuca. Já na decisão da etapa realizada em Ubatuba, na categoria masculina, quem levou a melhor foi o atleta Alejo Muniz.
A etapa de Ubatuba foi a melhor do Circuito Banco do Brasil de Surfe, com novos recordes sendo registrados nas boas ondas da praia de Itamambuca, como as sete maiores somatórias e as três maiores notas dos três eventos. O catarinense Matheus Navarro atingiu 18,17 pontos somando 9,17 com 9,00 na sexta-feira.
Na grande final, Alejo Muniz conquistou o título por 17,10 a 16,77 pontos de José Gundesen, com o campeão ganhando a segunda maior nota do ano, 9,27. Ela só ficou abaixo do 9,33 que o paulista Igor Moraes conseguiu nas quartas de final, quando fez a segunda maior somatória das três etapas, 17,83 pontos.





