O secretário de Segurança Pública de São Paulo, general João Camilo Pires de Campos, afirmou, nesta segunda-feira (17/10), que é prematura a conclusão de que houve um atentado à campanha de Tarcísio de Freitas (Republicanos). “É prematuro dizer isso [se tratar de um atentado] com os dados que temos”, disse à imprensa.
Tarcísio estava em Paraisópolis para inaugurar um polo universitário na favela, na manhã desta segunda-feira, quando um tiroteio interrompeu a agenda.
De acordo com o secretário, câmeras de segurança de estabelecimentos próximos, imagens de cinegrafistas que acompanhavam a agenda do candidato e de bodycams dos PMs serão usadas nas investigações.
A comitiva de Tarcísio não foi ferida. Um homem de 38 anos morreu no tiroteio. Segundo a polícia, ele tinha registro sob suspeita de roubo.
O secretário afirmou que nenhuma hipótese está descartada, mas que “o fato tende para outra linha de investigação”, que não um atentado.
Campos disse que não é possível saber ainda o motivo do tiroteio e que o primeiro confronto se deu com policiais à paisana que faziam a segurança do local onde o candidato estava.
Ele afirmou não saber se o tiro que matou o homem partiu dos policiais que faziam a segurança de Tarcísio ou dos policiais militares que chegaram rapidamente ao local. Mais tarde, o candidato disse acreditar que o tiro partiu da PM.
De acordo com Campos, as investigações da Polícia Civil não podem ser influenciadas pela colocação do candidato nas redes sociais —Tarcísio afirmou ter sido atacado por criminosos.
Folhapress





