O dólar avançou nesta terça-feira (25/10), em meio a cenário eleitoral doméstico tenso, mas fechou bem abaixo dos maiores patamares da sessão, quando chegou a flertar com a marca de R$ 5,36, pressionado por movimento de procura por risco no exterior.
A moeda norte-americana à vista fechou em alta de 0,37%, a R$ 5,32 na venda, depois de mais cedo ter saltado até 1,08%, a R$ 5,35. No menor patamar do dia, atingido no início da tarde, o dólar chegou a cair 0,47%, a R$ 5,27, antes de recuperar o fôlego ao longo das últimas horas de negociação.
Receios eleitorais domésticos impediram o dólar de fechar a sessão no vermelho frente ao real, e investidores alertavam para a perspectiva de muita volatilidade ao longo dos próximos dias.
Agravando um cenário eleitoral já tenso, a campanha à reeleição de Jair Bolsonaro (PL) afirmou, sem provas, que rádios do país não têm veiculado adequadamente as inserções eleitorais do atual presidente, supostamente favorecendo seu adversário no segundo turno da corrida pelo Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Ibovespa voltou a fechar em queda nesta terça-feira, descolado de Wall Street, com as ações da BRF capitaneando as perdas com um tombo de quase 11%, enquanto o cenário eleitoral continuou pressionando os papéis da Petrobras.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,04%, a 114.803 pontos.
Reuters





