Com muita instabilidade e troca de sinais, o dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (7/10) praticamente estável, em alta de 0,05%, no mercado doméstico de câmbio, apesar da nova rodada de fortalecimento da moeda americana frente a pares fortes e do avanço das taxas dos Treasuries.
Dados do relatório de emprego (payroll) nos Estados Unidos em setembro mostraram um mercado de trabalho ainda apertado, reforçando a perspectiva de manutenção do ritmo de alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o BC americano).
O dólar acabou encerrando o pregão cotado a R$ 5,21. Na semana, a moeda acumula perdas de 3,38%, sobretudo em razão da baixa de 4,09% na segunda-feira (3), quando houve uma forte redução de prêmios de risco embutidos na taxa de câmbio em resposta ao resultado do primeiro turno da eleição presidencial e da nova configuração do Congresso.
O Ibovespa fechou em queda de 1,01%, aos 116.375 pontos e com volume negociado de R$ 32,3 bilhões. Após uma semana de altas, o índice oscilou negativamente em um dia de perdas para grandes empresas, como Vale, Petrobras e Bradesco.
Estadão





