O dólar fechou em queda de 0,85% nesta terça-feira (17/1), cotado a R$ 5,10, em movimento ajudado por sinalizações do governo a uma reforma tributária e notícias sobre a pauta fiscal, bem como suporte do cenário externo.
Na mínima do dia, cedeu 1,01% (5,096) e, na máxima, subiu 0,20% (5,16).
Já o Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira, com as atenções ainda voltadas para a situação da Americanas, tendo como pano de fundo fraqueza dos futuros acionários norte-americanos e alta dos preços do petróleo.
O principal índice da bolsa fechou em 2,04%, aos 111.439 pontos.
Os olhos também estão voltados para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que tem agenda extensa no Fórum Econômico Mundial de Davos, incluindo reuniões bilateriais com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e com o ministro das Finanças da Alemanha, Christian Lindner.
As ações da Americanas, que tombaram 38,41% na véspera, no pior desempenho do Ibovespa, fecharam em alta de 0,52%.
Após detectar um rombo bilionário em seu balanço e entrar em conflito com seus principais credores, a Americanas deixou de pagar na véspera juros remuneratórios da 17ª emissão de debêntures da companhia, conforme fato relevante publicado pela companhia nesta terça-feira (17) em resposta a questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O Banco Central fez neste pregão leilão de até 16 mil contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de fevereiro de 2023.
Na véspera, o dólar à vista fechou em alta de 0,80%, a R$ 5,15 na venda. O Ibovespa fechou em queda de 1,54%, aos 109.212,66 pontos.
CNN Brasil





