O dólar encerrou esta quinta-feira (24/3), marcada por volatilidade, em queda, embora bem longe de mínimas intradiárias abaixo de R$ 4,80, com os participantes do mercado sem enxergar perspectivas de um final para o fluxo contínuo de recursos estrangeiros que tem entrado no Brasil desde o início do ano.
Em queda pela sétima sessão seguida, a divisa norte-americana marcou sua maior sequência de desvalorizações diárias desde uma série de mesma duração finda em 22 de abril de 2021.
O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,28%, a R$ 4,83 na venda, nova mínima desde 13 de março de 2020 (R$ 4,81).
A bolsa de valores de São Paulo acumulou a sétima alta seguida nesta quinta-feira, impulsionada por desempenho positivo em Wall Street e em meio a alívio na curva de juros local. Mais cedo, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reiterou sinais de que a instituição pretende encerrar o ciclo de alta dos juros em maio.
Vale e Magazine Luiza foram as principais contribuições positivas ao índice, enquanto a operadora de saúde Hapvida ficou na ponta oposta.
O Ibovespa subiu 1,25%, a 118.928 pontos, o maior patamar de fechamento desde 1º de setembro. O volume financeiro da sessão foi de 27,9 bilhões de reais. Fonte: Reuters





