O dólar começou a quinta-feira (4/8) em alta, mas rapidamente passou a perder fôlego até virar e fechar em queda de mais de 1%, a mais forte em uma semana, seguindo o dia fraco para a divisa norte-americana no exterior na véspera da divulgação de importantes dados de emprego nos EUA.
O dólar à vista caiu 1,05%, a R$ 5,22 na venda, maior desvalorização desde 28 de julho (-1,66%) e quebrando uma série de quatro pregões de alta na qual acumulou ganho de 2,25%.
Ao longo do dia, a cotação variou de R$ 5,29 (+0,35%) a R$ 5,19 (-1,49%). No exterior, o índice do dólar frente a uma cesta de moedas fortes acelerou a queda para 0,7% no fim da tarde, para perto das mínimas da sessão.
O Ibovespa fechou em alta pelo terceiro pregão seguido nesta quinta-feira, superando os 106 mil pontos pela primeira vez em quase dois meses na máxima do dia, com agentes financeiros apostando que o Banco Central pode ter encerrado ou finalizará em breve o ciclo de alta de juros no Brasil.
A temporada de balanços continuou no radar, incluindo os números de Embraer, Totvs e Ultrapar. Após o fechamento, estão previstos os resultados de Bradesco e Lojas Renner, entre outros.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,99%, a 105.844 pontos. Na máxima, chegou a 106.161 pontos, maior patamar intradia desde 10 de junho.
O volume financeiro somava 27,5 bilhões de reais. O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou na véspera a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, a 13,75% ao ano, maior patamar desde janeiro de 2017, mas dentro do esperado.
E disse que “avaliará a necessidade de um ajuste residual, de menor magnitude, em sua próxima reunião”.
UOL com Reuters





