O dólar voltou a registrar firme alta contra o real, fechando nesta segunda-feira (25/4) no maior patamar em mais de um mês, mas depois de bater R$ 4,95 a moeda perdeu força e encerrou abaixo de R$ 4,90, tomando emprestado algum respiro dos mercados norte-americanos. O dólar spot subiu 1,46%, a R$ 4,87 na venda. É o maior valor desde 22 de março passado (R$ 4,91).
Na máxima do pregão, a divisa foi a R$ 4,95, um salto de 2,99%. Na mínima, tocada ainda na primeira hora de negócios, a cotação caiu 0,17%, a R$ 4,79.
O principal índice da bolsa brasileira registrou recuo tímido nesta segunda-feira, embora tenha reduzido grande parte das perdas à tarde com melhora em Wall Street. Temores sobre um potencial lockdown em Pequim e cautela com a política monetária norte-americana serviram de contrapeso.
Vale e Petrobras foram as principais pressões negativas ao índice, com preocupações por medidas de isolamento social na China ajudando a derrubar os preços de minério de ferro e petróleo, enquanto Ambev e Equatorial subiram.
O Ibovespa caiu 0,19%, a 110.869 pontos, o que marca uma sexta queda seguida. Na mínima da sessão, o índice caiu a 109.221 pontos, e na máxima foi a 111.155 pontos, tocando o território positivo. O volume financeiro foi de 23,1 bilhões de reais.
E as ações do Twitter dispararam 6,01%, ao valor de US$ 51,86 (R$ 253), no final da tarde desta segunda-feira (25/4) na Bolsa de Nova York, quando o mercado tomou conhecimento de que o bilionário Elon Musk teve aceita a sua proposta para comprar a rede social por US$ 44 bilhões (R$ 214 bilhões).
A alta colocou os papéis do Twitter entre os mais valorizados da sessão, ajudando o índice de referência do mercado acionário americano, o S&P 500, a subir 0,32%, após ter passado a maior parte do dia em baixa. Fonte: UOL com Reuters





