
O Conselho de Ética da Câmara instaurou sete processos contra parlamentares, nesta terça-feira (30/5).
Entre eles estão as representações feitas contra os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Carla Zambelli (PL-SP), acusados, respectivamente, de ter cometido crime de transfobia e de ter constrangido o deputado Duarte (PSB-MA) durante a audiência com o ministro da Justiça, Flávio Dino, em abril.
Outra representação aceita foi contra o deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA), acusado de importunação sexual contra a deputada Julia Zanatta (PL-SC), ainda durante a mesma audiência com Dino.
O Conselho de Ética também instaurou a representação contra Talíria Petrone (PSOL-RJ): ela é acusada de quebra de decoro parlamentar por ter lembrado, durante reunião da CPI do MST, de investigações que miram o relator, o deputado Ricardo Salles (PL-SP).
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também está no foco, já que se desentendeu com o deputado Marcon (PT-RS) em uma reunião da Comissão do Trabalho da Câmara e agora é alvo de um processo.
Uma representação do PP, que também foi aceita, diz que a deputada Juliana Cardoso (PT-SP) quebrou o decoro parlamentar ao gritar “barbárie” e chamar de “assassinos” parlamentares favoráveis à urgência do projeto que dificulta a demarcação de terras indígenas, incluindo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
Parlamentar do PL, José Medeiros (MT) também será investigado por sua conduta, já que é acusado de ter empurrado e pisado no pé do deputado federal Miguel Ângelo Filho (PT-MG).
O Globo





