O principal índice da bolsa brasileira caiu nesta quarta-feira (6/4) pela terceira sessão consecutiva, com o mercado digerindo os detalhes preliminares da planejada redução no balanço patrimonial do Federal Reserve (Fed), após a divulgação da ata de sua última reunião de política monetária. Setor financeiro e empresas relacionadas ao consumo interno ficaram entre as principais influências negativas para a sessão. Vale e Suzano subiram na ponta oposta.
O Ibovespa caiu 0,71%, a 118.039 pontos, menor fechamento desde 23 de março. O volume financeiro da sessão foi de 28,9 bilhões de reais.
O dólar voltou a fechar em firme alta nesta quarta-feira, ficando acima de R$ 4,70, no maior valor em quase uma semana, com investidores dando continuidade a um movimento de correção na divisa norte-americana tendo como argumento a força da moeda no exterior e preocupações com a China.
Em dois dias, o dólar registrou a maior alta acumulada desde fevereiro passado.
Nesta quarta, a moeda negociada no mercado à vista subiu 1,21%, a R$ 4,71 na venda –máxima desde 31 de março (R$ 4,76). Ao longo do dia, a cotação oscilou de R$ 4,64 (-0,21%) a R$ 4,72 (+1,40%).
O dólar vinha de apreciação de 1,10% na véspera. Com isso, a valorização acumulada em dois dias é de 2,33%, a mais forte desde 25 de fevereiro (+3,06%).
O real não esteve sozinho na queda nesta quarta. Peso mexicano, peso chileno, peso colombiano, lira turca e dólar australiano caíam entre 0,3% e 1,7%. Já o índice do dólar frente a uma cesta de importantes pares bateu um pico em quase dois anos. Fonte: Reuters





