
Ao menos 18 pessoas foram mortas por atirador na cidade de Lewiston, a segunda mais populosa do estado do Maine, com cerca de 38 mil pessoas (cerca de 800 km a nordeste de Washington), na noite desta quarta-feira (25/10), segundo fontes da polícia do município afirmaram a veículos de imprensa local.
O número total de mortos e quantos estão feridos ainda não está claro. As comunicações públicas das polícias e autoridades da região falam em “múltiplas ocorrências” atendidas, que se iniciaram às 18h56, no horário local.
Segundo a polícia local, as forças de segurança estavam lidando com uma ocorrência em um restaurante e em uma pista de boliche. A polícia do condado de Androscoggin, onde fica Lewiston, publicou uma foto de um homem branco segurando o que parece ser um rifle de longo alcance, não incomum em massacres recentes nos Estados Unidos.
A polícia de Lewiston publicou imagem do suspeito, Robert Card, 40, segundo as forças de segurança locais. Ele ainda está à solta, e ainda não há qualquer informação sobre a motivação para o ataque.
As forças de segurança também afirmam que o veículo usado pelo atirador foi identificado pela polícia e localizado na cidade de Lisbon, próxima de Lewiston, e recomendaram que os moradores da cidade fiquem em casa e contatem a polícia se avistar o homem ou tiver pistas de seu paradeiro.
Em entrevista coletiva, o comissário de segurança pública do estado, Michael Sauschuck, evitou perguntas sobre o total de mortes e não confirmou o número de 22 relatado por fontes policiais. Ele afirmou que a situação, até o começo da madrugada desta quinta (25) era “fluida”.
O hospital Central Maine Medical Center afirmou que sua equipe estava “reagindo a um episódio de atirador em massa com múltiplas vítimas” e estava em contato e coordenação com outros hospitais da região para receber os pacientes.
De acordo com a CNN americana, citando fontes na polícia local, de 50 a 60 pessoas estão feridas nos incidentes, embora ainda não esteja claro quantas delas foram atingidas por tiros. “Por favor, evitem as estradas para permitir o acesso dos socorristas aos hospitais”, disse a polícia.
Folhapress





