A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos contra a transmissão da varíola dos macacos.
A doença tem se espalhado pelo mundo e deixou autoridades de saúde em alerta. Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), já são 131 casos identificados em 19 países. Outros 106 estão em investigação.
A Anvisa reforça a importância das medidas de proteção à saúde a serem adotadas sobretudo em aeroportos e aeronaves.
A infecção viral que é endêmica em algumas regiões da África e, até então, não costumava ser registrada em outras partes do mundo.
“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”, frisa a agência, em nota.
Até o momento, o Brasil não identificou nenhuma infecção pela doença.
Os primeiros sintomas são febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas costas, inchaço nos linfonodos, exaustão, calafrios e bolinhas que aparecem no corpo inteiro (principalmente rosto, mãos e pés) e evoluem, formando crostas, até cair.
A varíola de macacos é transmitida, primariamente, por contato com esquilos ou macacos infectados e é mais comum em países africanos — antes do surto atual, só quatro países fora do continente já tinham identificado casos na história.
Por ser uma doença muito parecida com a varíola, a vacina contra a condição (que é considerada erradicada no mundo) também serve para evitar a contaminação.
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