
As cidades de Santos, São Vicente, Praia Grande e Peruíbe, no Litoral de SP, tem casos confirmados do MPOX, vírus que tem chamado a atenção da OMS e preocupado as autoridades de saúde pelo mundo.
O estado de SP confirmou casos em três cidades da Baixada Santista e a Prefeitura de Santos confirmou mais um caso nessa terça-feira (20/8), o que fez dela a quarta cidade com casos na região. Como o registro foi feito no final da tarde, ele ainda não foi contabilizado pelo Estado.
O caso registrado em Praia Grande já havia sido confirmado e o paciente já se recuperou, sem precisar de internação.
A Prefeitura de Peruíbe informou, por meio de nota, que o paciente infectado com o endereço da cidade não é morador do município, veja:
“De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, neste ano, foi notificado um caso positivo com endereço de Peruíbe, atendido do Hospital das Clínicas de São Paulo. Mas, durante a investigação, o setor descobriu que o paciente não mora na cidade”.
LITORAL NORTE
As quatro cidades do Litoral Norte, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba, não tem registros reportados ao estado de São Paulo.
BRASIL
No Brasil, em 2024, até 16 de agosto, foram registrados 709 casos confirmados ou prováveis de mpox, todos da variante que circula por aqui desde 2022. Da chegada da doença no país até o momento, 16 óbitos foram registrados — a morte mais recente foi contabilizada em abril de 2023.
O QUE É
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 14 de junho sobre uma variante mais perigosa da mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos. De acordo com a entidade, a República Democrática do Congo enfrenta um surto da doença desde 2022, e a intensa transmissão do vírus entre humanos resultou em uma mutação inédita.
Conforme informações da OMS, a nova variante, denominada 1b, possui uma taxa de letalidade superior a 10% entre crianças pequenas na África Central. Em comparação, a variante 2b, que causou a epidemia global de mpox em 2022, apresentou uma taxa de letalidade inferior a 1%.
A cepa 1b é caracterizada por erupções cutâneas espalhadas por todo o corpo, enquanto as variantes anteriores apresentavam lesões mais localizadas, geralmente na boca, face e genitais. Por isso, o novo subtipo é considerado mais perigoso que o causador da epidemia em 2022. Informações e imagem: Da Redação com Diário do Litoral





