
O Ibovespa manteve o fluxo positivo e voltou a renovar a máxima em mais de seis meses nesta quarta-feira (7/6), impulsionado pela expectativa de antecipação do corte dos juros pelo Banco Central (BC) após nova surpresa positiva com dados da inflação.
O bom humor doméstico se sobressaiu ao clima tenso nas principais bolsas globais com dados mistos reforçarem o desafio da China em retomar um ritmo de crescimento sólido.
Apesar do cenário ameno, o dia também foi de ganho para as commodities, dando ainda mais força para a valorização do mercado doméstico.
Diante destas pressões, o principal indicador da bolsa brasileira encerrou com alta de 0,77%, aos 115.488 pontos, o melhor desempenho desde o início de novembro do ano passado.
O clima pouco favorável no mercado global e a busca por proteção antes do feriado reverteu a trajetória de alta do dólar, que voltou a fechar em alta ante o real. A moeda norte-americana fechou o dia com alta de 0,26%, negociada a R$ 4,92.
No cenário doméstico, investidores reagem aos dados de inflação, publicados nesta quarta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) — índice oficial da inflação do país —, desacelerou para 0,23% em maio. Em abril, o indicador teve alta de 0,61%.
No acumulado de 12 meses, o indicador oficial da inflação cedeu para alta de 3,94%, dentro da meta perseguida pelo BC de 3,25% em 2023 — com margem para variar entre 1,75% e 4,75%.
CNN Brasil





