
O Ibovespa voltou ao campo positivo e o dólar manteve a estabilidade nesta quinta-feira (29/6), com as atenções voltadas à reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), que definiu a adoção da meta contínua perseguida pelo Banco Central (BC) a partir de 2025, além do alvo de inflação em 3% em 2026.
A decisão foi anunciada momentos antes do fechamento do pregão.
Ainda no cenário global, investidores ainda repercutiram a revisão pelo BC da previsão do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano para 1,2% para 2%, além de novos dados indicando a desaceleração da inflação.
Na pauta global, as principais bolsas encerraram sem direção definida com mercados analisando as novas falas do presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), sinalizando o aumento dos juros na maior economia do mundo já no próximo mês.
O principal indicador da bolsa brasileira encerrou com alta de 1,46%, aos 118.382 pontos. Na véspera, o pregão fechou com baixa de 0,72%, aos 116.681 pontos.
O cenário manteve o dólar praticamente estável ante o real. A moeda norte-americana encerrou a sessão com leve queda de 0,08%, negociada a R$ 4,846. Ontem, o câmbio subiu, 1,09%, a R$ 4,85.
As principais praças globais fecharam sem direção, após o presidente do Fed voltar a sinalizar alta dos juros no próximo encontro da autoridade monetária.
Em Wall Street, o Dow Jones subiu 0,81%, enquanto o S&P500 ganhou 0,45% e a Nasdaq perdeu 0,02%.
No Velho Continente, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,13%.
Em um evento na Espanha, Powell disse que os juros devem voltar a subir diante da nova série de dados econômicos mais fortes do que o esperado.
“As pressões inflacionárias continuam altas, e o processo de reduzir a inflação para 2% ainda tem um longo caminho a percorrer”, disse Powell.
CNN Brasil





