
O Ibovespa encerou a sessão desta sexta-feira (4/8) no campo negativo, pressionado pelos tombos da Petrobras e do Bradesco após a repercussão negativa dos resultados do segundo trimestre publicados na véspera.
O clima internacional também não ajudou, com as bolsas em Wall Street fechando no vermelho em meio à temporada de balanços e investidores digerindo o desempenho do mercado de trabalho abaixo do esperado.
O principal indicador da bolsa brasileira fechou o dia com perda de 0,89%, aos 119.507 pontos.
O resultado reforça a queda de 0,56% do pregão da semana, que foi marcada pela decisão de corte dos juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) em 0,5 ponto percentual, a 13,25%.
Já o dólar voltou a apresentar perda ante o real, com recuo de 0,51%, negociado a R$ 4,87 na venda.
No saldo da semana, porém, a divisa norte-americana registra valorização 3,03%.
As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) ficaram entre as maiores baixas, 2,98%, em reflexo aos resultados do segundo trimestre reportados pela empresa na véspera.
Entre abril e junho, a estatal teve lucro de R$ 28,8 bilhões, resultado 47% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, parte do resultado foi impacto da desvalorização do petróleo após os picos atingidos nos anos anteriores por causa da guerra na Ucrânia.
A maior queda do dia, porém, ficou com o Carrefour (CRFB3), com perda de 6,76%, após Advent se desfazer de 85% dos papéis na empresa.
CNN Brasil





