17/09/2026

Copa América terá cartão rosa e substituição extra em casos de concussão


A Copa América 2024 teve o regulamento atualizado com a inclusão da substituição extra em casos de suspeita de concussão e de traumatismo cranioencefálico. A sinalização será feita pelas comissões técnicas para a arbitragem com um cartão rosa. O anúncio foi feito pela Conmebol na terça-feira passada.

A Direção de Competições e Operações da CONMEBOL anunciou que, além das cinco substituições por equipe autorizadas pelo regulamento oficial do torneio, será concedida uma possível sexta substituição pelo cuidado à saúde dos jogadores. Trata-se de uma substituição extra em caso de suspeita de traumatismo cranioencefálico e concussão cerebral. Para isso, a troca deve ser informada ao árbitro principal ou ao quarto árbitro, e será sinalizado com um cartão rosa – diz o comunicado da Conmebol.

A substituição extra foi adicionada como o artigo 96 do regulamento da Copa América. Diz ele:

Até 1 (uma) substituição por equipe por partida poderá ser feita em caso de suspeita de traumatismo craniano e concussão cerebral, independente das 5 (cinco) substituições mencionadas neste Regulamento no artigo anterior (no caso de prorrogação, seis substituições). A substituição devido a concussão cerebral pode ocorrer independentemente do número de substituições feitas até o momento em que ela ocorre.

Sediada nos Estados Unidos, a Copa América de 2024 começa no dia 20 de junho e tem a final marcada para o dia 14 de julho. A Argentina é a atual campeã. O Brasil está no grupo D, com Colômbia, Costa Rica e Paraguai.
ge

O Diário Caiçara é produzido por uma equipe capacitada que apura, publica e reproduz diariamente, dezenas de notícias sobre o Litoral Norte Paulista e outros conteúdos de relevância. Seguimos um rígido padrão editorial, com verificação cuidadosa de informações e compromisso permanente com a verdade. Nosso trabalho é pautado pela transparência, responsabilidade e pelo jornalismo sério que garante a credibilidade de tudo o que entregamos ao leitor. Diário Caiçara: em defesa do jornalismo profissional.

Rolar para cima