
O Brasil é responsável por 72% do PIB (Produto Interno Bruto) do Mercosul. O índice nominal para o país registrou US$ 1,92 trilhão em 2022. Já a soma de todas as nações do bloco econômico, incluindo a economia brasileira, para o período é US$ 2,67 trilhões.
A Argentina tem PIB de US$ 632,2 bilhões. Fica em 2º lugar no ranking para o indicador. Uruguai (US$ 71,9 bilhões) e Paraguai (US$ 41,3 bilhões) vêm em seguida.
Os números foram levantados pela Austin Rating com base em dados do FMI (Fundo Monetário Internacional), do Mercosul e da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe).
O crescimento do PIB para o Mercosul é de 3,5% em 2022. Já de 2014 a 2022, a média foi de 0,42%. Ao comparar os países nominalmente, as maiores altas foram na Argentina (5,2%) e no Uruguai (4,9%). O Brasil fica em 3º lugar, com 2,9%, à frente do Paraguai (0,1%).
No entanto, os argentinos registraram a maior queda no PIB em 2020, o 1º ano da pandemia.
O Brasil concentra a maior população do bloco: 203 milhões de pessoas. A Argentina tem 46,8 milhões de habitantes; Paraguai e Uruguai registram 7,6 milhões e 3,6 milhões, respectivamente.
Quando se compara a inflação de cada país, a Argentina lidera a lista. O índice do vizinho está em 114,2% no acumulado de 12 meses até maio de 2023. A situação está ligada ao descontrole fiscal e também por discordâncias em questões políticas.
Em 2022, parte dos argentinos foi às ruas protestar por causa da crise econômica. Os outros países do Mercosul estão em patamares muito menores para o período: Brasil – 3,9%; Paraguai – 5,1%; Uruguai – 7,1%; Argentina – 114,2%.
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