
Um ato na Rua da Relação, no Centro do Rio, nesta segunda-feira (1/4), marcou os 60 anos do golpe militar no Brasil e serviu para resgatar a memória das vítimas da ditadura, defendendo o regime democrático no país. O evento contou com a participação de diversos movimentos sociais e políticos e também fez referências à Marielle Franco.
Na sequência, o grupo se encaminhou ao prédio da Faculdade Nacional de Direito (FND), onde ocorreu uma cerimônia para entregas de medalhas Chico Mendes de Resistência, oferecida pelo Grupo Tortura Nunca Mais.
A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB), que esteve presente no evento, falou sobre a importância de recordar os momentos vividos durante o período ditatorial com objetivo de reforçar a democracia.
Perguntada sobre a expectativa por um maior apoio do presidente Lula (PT) ao ato, a parlamentar afirmou que prefere julgar o petista pelo seu histórico e não apenas por um dia isolado. Além disso, ressaltou a atuação do presidente em prol da democracia.
Rafael Maul, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais, destacou que a memória também cumpre o papel de estancar problemas da sociedade atual que carregam traços da ditadura militar.
Por fim, a liderança indígena Ana Kariri criticou o comitê de organização do evento por não ter sido convidada para falar durante o ato. Além disso, relembrou que o “Rio de Janeiro é terra indígena”.
O Dia





