
(Da Redação) A Polícia Civil, através do 1º Distrito Policial de Caraguatatuba, sob o comando do delegado Rodolfo Augusto concluiu a autoria do inquérito policial sobre o assassinato da transexual Bruna Trindade, em janeiro deste ano no bairro do Porto Novo, em Caraguatatuba.
O ex companheiro confessou o crime perante o delegado e os investigadores. A vítima Bruna Trindade foi encontrada morta na manhã de 12 de janeiro em uma calçada da Alameda Francisco de Assis Rosa Silva, 140 , no bairro do Porto Novo.
A vítima apresentava lesões por toda a face, com sinais de violência no rosto (supercílio) e na boca (dentes). Foram ouvidas testemunhas , analisadas imagens, realizadas perícias locais e no corpo da vítima.
Em um primeiro depoimento, o ex companheiro de Bruna negou os fatos. Para a Polícia Civil, Anderson estava ocultando a verdade.
Após pedido judicial de quebra de sigilo telemático dos dados do telefone, a Polícia Civil descobriu novas provas e a frieza de Anderson, bem como seu comportamento sarcástico nas conversas.
Após a autorização de sua prisão temporária, Anderson Pablo Monteiro de Oliveira foi preso em Taubaté e transferido para Caraguatatuba.
Após ser ouvido pelo delegado Rodolfo Augusto do 1º Distrito Policial e confrontado pela Polícia Civil diante das provas contra si, Anderson ficou sem saída e confessou a autoria do crime. Anderson disse que Bruna estava o ameaçando de morte assim como a sua família.
Mas para a PC, Anderson na verdade estava ocultando o relacionamento com a transexual Bruna, perante sua ex esposa com a qual tem uma filha pequena e moram em Ubatuba.
Após a confissão de Anderson, A Polícia Civil de São Paulo confeccionou o Relatório Final do Inquérito Policial representando pela Prisão Preventiva de Anderson perante o Poder Judiciário. Prisão preventiva sem prazo de duração.
O Ministério Público manifestou favoravelmente pela prisão preventiva de Anderson e o denunciou pelo crime. A Justiça decretou a prisão preventiva de Anderson e recebeu a denúncia.





